sábado, 4 de junho de 2016

Mata-me



 
Guerra ao mundo! Se eu sou teu mundo,

quero que esclareça sua esparsa tristeza.

O desvio que me culpas, estou em culpa

disfarçada de amor, sou teu dengo, teu calor

por que me tens? E diz te amo? Estou refém.



Cala, teu ego robusto e me faça cair

não sou o que você pensa, pode desistir.

Produto quebrado não faz diferença,

por que eu ainda estou aqui, estou aqui?!



Se eu disfarço porque me tenta

esta me testando? Quantas vezes me quis?

Sabias de mim, porque não me dera fim

porque assim, porque assim…

Mata-me!



Mata-me ou simplesmente me mente

sou eu mesmo seu engano? Você sente? Você sente!

Quisera ser de mim escolha mas não foi, não foi assim.



Saudade não importa se teu orgulho lhe trai!

Quer mesmo que eu saia de cena, se me ama demais!

Culpa a mim, culpa a mim. Eu sou teu poema?!

Porque me tens e eu não sou de mim, por que assim

porque sim.



Não me queres mas sou teu sonho mais lindo…

talvez meu personagem deva ter esse fim,

mesmo que com um tom peculiar, garantido-se

que eu nunca seja assim…





Sou teu mundo não há outro como estrelas

dou tão pouco a ti… Só na noite me chamas.

E tampouco chego a existir e se não me reclamas,

mate-me!




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