Guerra ao mundo! Se
eu sou teu mundo,
quero que esclareça
sua esparsa tristeza.
O desvio que me
culpas, estou em culpa
disfarçada de amor,
sou teu dengo, teu calor
por que me tens? E
diz te amo? Estou refém.
Cala, teu ego
robusto e me faça cair
não sou o que você
pensa, pode desistir.
Produto quebrado não
faz diferença,
por que eu ainda
estou aqui, estou aqui?!
Se eu disfarço
porque me tenta
esta me testando?
Quantas vezes me quis?
Sabias de mim,
porque não me dera fim
porque assim, porque
assim…
Mata-me!
Mata-me ou
simplesmente me mente
sou eu mesmo seu
engano? Você sente? Você sente!
Quisera ser de mim
escolha mas não foi, não foi assim.
Saudade não importa
se teu orgulho lhe trai!
Quer mesmo que eu
saia de cena, se me ama demais!
Culpa a mim, culpa a
mim. Eu sou teu poema?!
Porque me tens e eu
não sou de mim, por que assim
porque sim.
Não me queres mas
sou teu sonho mais lindo…
talvez meu
personagem deva ter esse fim,
mesmo que com um tom
peculiar, garantido-se
que eu nunca seja
assim…
Sou teu mundo não
há outro como estrelas
dou tão pouco a
ti… Só na noite me chamas.
E tampouco chego a
existir e se não me reclamas,
mate-me!
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